depois disso me dedicava cada vez mais no trabalho, meu chefe sempre me elogiando, os seus pares apreciando cada vez mais meu trabalho. estava relativamente bem, mas quando colocava a cabeça no travesseiro, fazia algo que mais ou menos uns 10 anos eu não fazia, que era chorar. mas não chorava por ele, mas sim por ter de ser assim, me apaixonar por quem não gosta de mim, tomei tanto cuidado, me deixei levar pelo que ele me disse.(o que não ocorre mais hoje)
passado um mês do ocorrido, fui ter com minha amiga Sol, que apesar de bondosa, não esconde a verdade, fala o que pensa sem medir o quanto ira magoar ou fazer sofrer.
senti uma vontade de me abrir com ela, e ela me disse o que eu ja sabia mas não queria acreditar. num primeiro momento fiquei bem, mas depois tudo voltou.
e assim eu fui levando até conhecer o caique (nome ficticio tb)
moreno alto, cabelo moicano, corpo definido, mais pela genética, do que pela academia, demonstrou-se interessado por mim. por semanas que ficamos consegui esquecer o meu grande amor.
com o caique não rolou unicamente por um motivo, que me irrita nos gays, a MENTIRA.
ele contava muita vantagem, ficava falando que conhecia varios lugares, mas duvido se ele conhecesse algum lugar mais que o centro de SP. terminamos, pois sou muito chato, e além de tudo minha mãe conheceu ele, e não gostou da figura, principalmente quando falou de fazer programas.
novamente entrei em crise, e meu amigo anderson, acompanhando tudo, me dando apoio, e um dia desses, tinha ficado preocupado, achando que eu tentaria o suicido. quando ele me contou fiquei pocesso:
eu: kct cara, por mais que eu goste dele, jamais faria isso, posso ser louco, mas nem tanto
ele: num sei, você saiu daqui tão triste ontem.
e realmente naquele dia, eu estava muito mal, mas ja não chorava mais, havia decidido que ele num merecia tanto sofrimento
sábado, 18 de abril de 2009
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